domingo, 10 de abril de 2011

POST ESPECIAL PARA ALGUÉM ...
É ... PARA VOCÊ MESMO ...
SEJA LÁ COMO "SE" DENOMINA!




Você que esbanja inteligência ... cultura ... conhecimento!
Deveria mesmo era nos dar uma canja ...
Pois dizer o que se tem ... não prova realmente o que tem, de fato!
Farei a você um desafio ... no meu desabafo!
Agora quero ver se vale a pena a termos como companhia ... de fato!

Deixa aqui tua cria ...
Fala sobre a beleza, não sobre a tristeza fria ...
Fala sobre a luz, não sobre a escuridão da alma que VOCÊ "irradia" ...
Fala sobre a felicidade ... e não da infelicidade que sua ira denuncia ...

Podemos ouvir ...
Podemos rir ...
Podemos acarinhar ...
Até um colinho lhe dar ...
Mas também poderemos falar sério ...

Posso falar sobre a PSICOPATIA emergente, de muita gente ...
Aquela doença social que torna a gente fria ...
A mesma doença que o nosso governo com o mesmo descaso que trata você ... trata a sua gente ... isso sim é covardia!
Posso falar da falta de amor, que a falta de calor humano condena e alimenta ...
Da rejeição, do preconceito ... que insisto em dizer ... são desnecessários até em relação a VOCÊ!
VOCÊ ... que parece só ... e é SÓ mais uma vítima ...
Que se acha um nada no meio de milhões ...
Saiba que não precisa ser assim ...
Você é importante ...
Talvez ainda NÃO para mim ...
Mas ... pelo menos para VOCÊ ... deveria ser!

Posso falar de ÉTICA ...
Da mesma ética que você deve ter visto ... mal ... numa faculdade qualquer ...
A culpa também não é sua ...
Formamos um bando de sem ética ...
Se você não tiver um diferencial ... jamais a encontrará sozinha ...
Se não quiser ser verdadeiramente diferente ... permanecerá igual!
Que tal?
É bom ser igual?
Sócrates, Platão, Buda ... o Próprio Cristo ... pregam o tratamento igualitário ...
Mas mesmo este ... deve ser diferenciado ante às desigualdades naturais ... sociais ... comportamentais ...
Quero trocar uma idéia com VOCÊ ... sobre isso ...
Afinal ... acho que a chaga do mundo atual ... é padecer de falta de ÉTICA!
O que para você pode ser até natural ... igual ... ou coisa e tal ....

Posso falar do AMOR ...
Ah! Do amor ...
O que seria de VOCÊ ... sem o AMOR ...
Isso mesmo ... NADA!
VOCÊ, eu ... Fonteeluz, Lua, VEVE, Carmo, Aninha, Marisol, convidados, Lourdes ... todas nós, identificáveis ou não ... sequer existiríamos ...
A ética é a base do AMOR!
Ou seria o AMOR a base da ética?
O amor constrói ...
O amor ... dignifica ...
O amor ... edifica ...
Ele simplifica ...
E até ... desmistifica ... a parte mítica ... e irreal ... diria ... até preferencialmente, sul real da nossa fé.
VOCÊ tem fé?



Poderia falar de VOCÊ!
Você que agride ... sem conhecer!
Que distorce ... apenas por prazer!
Você que chora ... e clama por atenção ...
Quer que eu pare?
Espero sim ... pegue o seu lenço ... e ponha na mão!
Chore ... chore!
Amoleça ... se solte ... não ENLOUQUEÇA!
Descarrile ... se não fosse bom ... o trem não descarrilava de vez enquando ...
Melhor ainda ... permita-se uma contradição ...
Grite, esperneie ... enlouqueça ...
Mas pelo amor de Deus! ... VOCÊ acredita em DEUS?
Nunca se esqueça da EFEMERIDADE da vida ...

Passamos breves 40, 50, 60, no máximo 120 ou 130 anos por vez que descemos!
Destes, úteis mesmo ... apenas uns 70 ou 80 ...
Os quais você ESCOLHE como viver ...
Melhor ainda ... ESCOLHE como compartilhar ...

Somos poucos e vivemos pouco ...
Livre-se das correntes da amargura ...
Sossegue ... livre-se do seu desassossego ...
VEVE ... sua mão está forte?
Lourdes ... como anda a visão?
Meninas ... estão vendo a luz do meu candeeiro?
É a gás ... mas leva às longínquas terras da compaixão, e da bondade!



Amiga de vários nomes!
Se achegue ...
Seja mais uma positivista ...
Caminhemos juntas ...
Nosso AMOR, nossa BONDADE, nossa COMPAIXÃO poderá te ajudar!
Mas ... somos impotentes se VOCÊ não quiser ...
Minha parte vou fazer ...

Será uma pena se não aceitares!
Mas a vida também tem dessas coisas!
Uma vida que passa ...
Outra que segue!

Um beijão no seu coração!

Didi

P.S. Meninas ... até quinta!
Alegria ... alegria!

Ainda que eu fale a língua dos HOMENS ...
Se não existir AMOR ...
Eu NADA serei!
(Corintos 13 - Bíblia)


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sábado, 9 de abril de 2011

O outro lado da moeda


Estava eu assistindo tv numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada o que fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando minha esposa deitou ao meu lado e ficou brincando com minhas queridas “partes”. Após alguns minutos ela veio com a seguinte ideia:- 

“Por que não depilamos seus ovinhos, assim eu poderia fazer ‘outras coisas’ com eles!!! Hein, hein?” Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça. Por alguns segundos fiquei imaginando o que seriam “outras coisas”. Respondi que não, que doeria… coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu não tive mais como negar. Concordei. Ela me pediu que ficasse pelado enquanto buscaria os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei olhando para TV, porém minha mente estava vagando pelas novas sensações que só acordei quando escutei o beep do microondas.
Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei meio estranho aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de “dona da situação” que deixaria qualquer médico urologista sentindo-se como residente. Fiquei tranqüilo e autorizei o restante do processo.

Pediu para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e liberasse o acesso a zona do agrião. Pegou meus ovinhos como quem pega duas bolinhas de porcelana e começou a passar cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa!!! O Sr. Pinto já estava todo “pimpão” como quem diz: “…sou o próximo da fila!”
Pelo início, fiquei imaginando quais seriam as “outras coisas” que viriam. Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou ambos no plástico com tanto cuidado que eu achei que iria levá-los para viajem. Fiquei imaginando onde ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Thailândia, na China ou pela Internet mesmo??? Porém, alguns segundos depois ela esticou o saquinho para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro PQP quase falado letra por letra.
Olhei para o plástico para ver se o couro do meu saco não tinha ficado grudado na cera. Ela disse que ainda restaram alguns pelinhos e que precisava passar de novo. Respondi prontamente:
- “Se depender de mim eles vão ficar aqui por toda a eternidade!! – Segurei o Dr. Esquerdo e o Dr. Direito em minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazônica em extinção, e fui para o banheiro. Sentia o coração bater nos ovos. Abri o chuveiro e foi a primeira vez que molhei o saco antes de molhar a cabeça.
Passei alguns minutos só deixando a água escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, mas nesses momentos de dor qualquer homem vira um bebezinho novo: faz merda atrás de merda. Peguei meu gel pós barba com camomila “que acalma a pele”, enchi as mãos e passei nos ovos.

Foi como se tivesse passado molho de pimenta. Sentei na privada, peguei a toalha de rosto e fiquei abanando os ovos como quem abana um boxeador no 10° round.
Olhei para meu pinto. Ele estava tão alegrinho minutos atrás, agora estava tão pequeno e murcho que mais parecia que eu tinha saído de uma piscina 5 graus abaixo de zero. Nesse momento minha esposa bateu na porta do banheiro e perguntou o que estava acontecendo. Aquela voz antes aveludada agora soava maquiavélica como a voz de um carrasco mandando eu entregar o presidente da revolução. 

Saí do banheiro e voltei para o quarto. A maldita argumentava que os pelos tinham saído pelas raízes, que demorariam voltar a nascer.
- “Pela espessura da pele do meu saco, meus netos irão nascer sem pelos nos ovos” – Respondi. Ela pediu para olhar como estavam. Eu falei para olhar com meio metro de distância e sem tocar em nada!! Vesti a camiseta e fui dormir (somente de camiseta). Naquele momento sexo para mim seria somente para perpetuar a espécie humana, aliás, nem isso.
No outro dia pela manhã fui me arrumar para ir trabalhar. Os ovos estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca antes visitados. Tentei colocar a cueca, mas nada feito. Procurei alguma cueca de veludo e nada.

Então vesti a calça mais folgada que achei no armário e fui trabalhar sem cueca mesmo. 
 Entrei na minha seção andando igual um cowboy cagado. Falei bom dia para todos, mas sem olhar nos olhos. E passei o dia inteiro trabalhando em pé com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.
Resultado: Certas coisas devem ser feitas somente pelas mulheres. Não adianta tentar misturar os universos masculino e feminino.


DEsconheço o autor


Beijokas


Regina-Fonteeluz

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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Depilação cavada


 

Depoimento verdade da primeira expêriencia desta técnica de tortura por qual as mulheres passam...e alguns metrosexuais também...



- "Tenta sim. Vai ficar lindo."
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
 
- "Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- "Vai depilar o quê?"
- "Virilha."
- "Normal ou cavada?"

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- "Cavada mesmo."
- "Amanhã, às... deixa eu ver...13h?"
- "Ok. Marcado."

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique.
Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.
Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso
cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- "Querida, pode deitar."
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus , era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- "Quer bem cavada?"
- "...é ... é, isso."

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- "Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- "Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- "Pode abrir as pernas."
- "Assim?"
- "Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado."

- "Arreganhada, né?"

Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- "Tudo ótimo. E você?"
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.
O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- "Quer que tire dos lábios?"
- "Não, eu quero só virilha, bigode não."
- "Não, querida, os lábios dela aqui ó."

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia.
Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- "Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor."
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- "Olha, tá ficando linda essa depilação."
- "Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto."

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. - "Me leva daqui, Deus, me teletransporte". - Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- "Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?"
- "Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada."

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da puta arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
 
- "Vamos ficar de lado agora?"
- "Hein?"
- "Deitar de lado pra fazer a parte cavada."

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- "Segura sua bunda aqui?"
- "Hein?"
- "Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
"
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê... Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- "Tudo bem, Pê?"
- "Sim... sonhei de novo com o fiofó de uma cliente."

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu twin peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cús por dia. Aliás, isso até aliviava minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- "Vira agora do outro lado."
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A bruaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?
 
Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- "Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha."
- "Máquina de quê?!"
- "Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol."
- "Dói?"
- "Dói nada."
- "Tá, passa essa merda..."
- "Baixa a calcinha, por favor."

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha!!!...como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cú. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
" - Prontinha. Posso passar um talco?"
- "Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha."
- "Tá linda! Pode namorar muito agora."

Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso . Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.

Texto de autoria desconhecida...e antes que digam que o texto é de minha autoria...fiquem sabendo que eu não depilo o tóba...no máximo passo um gelzinho básico pra criar um topete maneiro...


Regina-Fonteeluz

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quarta-feira, 6 de abril de 2011




"Não faças do amanhã o sinônimo de nunca,
nem o ontem te seja o mesmo que nunca mais.
Teus passos ficaram.
Olhes para trás ... mas vá em frente
pois há muitos que precisam
que chegues para poderem seguir-te."
 (Charles Chaplin)

Uma música...um pensamento...um pouco de mim...
Bjocas!

Lua

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segunda-feira, 4 de abril de 2011


Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus", principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar, e aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência, acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém, saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.
(Carlos Drummond de Andrade) 

Todo esse texto de Drummond so para dizer uma coisa: Fácil falar de Maria. Difícil é ser Maria.

Reflitam...

bjocas! 
 Lua

 


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domingo, 3 de abril de 2011

QUEM PRECISA DE INIMIGOS?
KKKKKKKKKKKK







Beijão Meninas!
Didi

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sexta-feira, 1 de abril de 2011

O Marido e o Outro...

O marido…


 
O outro…


 Foi provado, após acompanhamento de vários casos, que toda mulher precisa de dois homens: um em casa e outro fora de casa....é fácil entender.

1. O marido cuida da parte financeira, paga as contas dos filhos, da esposa e da casa.
2. O outro cuida de você.

3. O marido fala dos problemas, das contas a pagar, das dificuldades do dia.
4. O outro fala da saudade que sentiu de você durante a sua ausência.

 
5. O marido compra uma roupa nova para ir a um compromisso de trabalho.
6. O outro tira essa mesma roupa só pra você.

7. O marido dorme com aquela camiseta velha e de cueca as vezes até de meia.
8. O outro dorme completamente nu, abraçadinho a você.

9. O marido reclama das coisas que tem que consertar em casa.
10. O outro te recebe no apartamento onde tudo funciona perfeitamente.

11. O marido telefona pra casa e fica perguntando o que tem que comprar no supermercado, padaria e etc.
12.. O outro telefona só pra dizer que comprou um champagne que você vai adorar.

13. O marido reclama do chefe, do trabalho, do cansaço de acordar cedo.
14. O outro reclama a sua ausência e os dias que fica sem te ver.

15. Ah...esqueci o imprescindível.... o outro nunca vai tomar cerveja com os amigos numa sexta-feira! ! - ele estará com você enquanto o corno esta enchendo a cara com um monte de macho do lado.

Bem, você vai me perguntar :
- Por que não trocar o marido pelo amante?
Pelo simples fato de que o amante se for viver com você, passará para o papel de marido e logo, logo, você precisará arrumar outro.

Oração das 
mulheres resolvidas!
 

Que o mar vire cerveja e os maridos  tira- gosto, que a fonte nunca seque,
e que a nossa sogra nunca se chame Esperança, porque Esperança é a última que morre...

Que os nossos homens nunca morram viúvos,
e que nosso filhos tenham pais ricos e mães gostosas!

Que Deus abençoe os homens bonitos,e os feios se tiver tempo...

Deus...
Eu vos peço sabedoria para entender um marido,
amor para perdoá-lo e paciência pelos seus atos,
porque Deus,se eu pedir força,
eu bato nele até matá-lo.

Um brinde...
Aos que temos,aos que tivemos e aos que teremos.
Um brinde também aos namorados que nos conquistaram,
AOS TROUXAS QUE NOS PERDERAM
e aos sortudos que ainda vão nos conhecer!
Que sempre sobre,
que nunca nos falte,
e que a gente dê conta de todos!
Amém.

Só as mulheres para entenderem o significado deste poema!
Estamos em uma época em que:
 "Homem dando sopa, é apenas um homem distribuindo alimento aos pobres"

"Pior do que nunca achar o homem certo é viver pra sempre com o homem errado"

"Mais vale um cara feio com você do que dois lindos se beijando"

"Se todo homem é igual, porque a gente escolhe tanto???"

"Príncipe encantado que nada... Bom mesmo é lobo-mau!!
                                               Que te ouve melhor...
Que te vê melhor...
E ainda te come!!!

hahahaha
AMEIII!!! 

PS: Gente, recebi isso por e-mail, e não sei o autor.

Divirtam-se! Beijocas!

Lua



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